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domingo, 24 de setembro de 2017

O que aconteceu com a página CaiaFarsa do Facebook?

Convidamos nossos seguidores e ler este artigo sobre a página "CaiaFarsa" do Facebook. Eu sou dona desse blog Flores da Modéstia e também era a dona da página CaiaFarsa, que agora está em novo endereço no facebook. O esclarecimento encontra-se no artigo abaixo, acesse:


Salve Maria.

domingo, 17 de setembro de 2017

Pérola das Virtudes - Pe. Adolfo de Doss

Casimiro, rei eleito da Hungria, filho de Casimiro III da Polônia, assinalou-se desde a mais tenra idade pela sua pureza de costumes e pela vida sumamente austera.

Nada o aborrecia tanto como a pompa e a moleza de costumes da corte. Por isso trajava sempre com a maior singeleza, dormia freqüentemente sobre a terra nua e passava uma parte da noite em oração, até mesmo diante das portas das igrejas, em adoração ao Santíssimo Sacramento.

Maria Santíssima consagrava a ternura de um filho. Conhecido é o hino em honra da Mãe de Deus, cuja autoria se lhe atribui: "Cantai e anunciai cada dia os louvores da Rainha do Céu". Mandou colocar no seu túmulo, sobre o seu coração, uma cópia deste hino.

Casimiro vivia na mais austera continência. Como um dia lhe fizessem propostas sobre esta matéria, e se aventurassem a dar-lhe conselhos, retorquiu com a maior decisão: "Antes morrer que macular-me".

Morreu santamente aos vinte e cinco anos. Seu corpo foi encontrado completamente incorrupto, cento e vinte e cinco anos depois. Até os vestidos estavam plenamente intactos, apesar da umidade que favoreceria a decomposição.

Pe. Adolfo de Doss, S.J., "A Pérola das Virtudes"

sábado, 3 de junho de 2017

Quereis ver o que sois, oh Cristãos? - Santo Afonso de Ligório

Um momento depois da morte


Considera, ó homem, que foste formado de terra, e à terra hás-de voltar. Dia virá em que hás-de morrer, ser lançado numa sepultura, entregue à corrupção e aos vermes, que te cobrirão, tornando-se o teu único vestido, conforme a expressão de Isaías (14,11):Operimentum tuum erunt vermes. Tal é a sorte reservada a todo e qualquer homem, quer nobre, quer plebeu, príncipe ou vassalo. Saída do corpo com o último sopro, a alma irá para a sua eternidade e o corpo se mudará em pó: Auferes spiritum eorum et deficient, et in pulverem suum revertentur (Ps. 103,29), <hás-de tirar-lhes o espírito que os anima; deixarão de viver e voltarão a ser pó.>

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Maquiagem, esmaltes, salto alto - Um esclarecimento da dona do Site Flores da Modéstia.

Gostaria de agradecer algumas críticas zombeteiras e destrutivas que tenho recebido. O blog estava um pouco parado, porque estava um pouco atarefada com a minha livraria (São João Bosco) e as coisas da minha casa que sobra pouco tempo para escrever artigos. Mas devido algumas polêmicas que apareceram por aí, resolvi fazer este artigo de esclarecimento, e graças a vocês (que adoram zombar e ridicularizar o próximo) eu voltei a postar no blog e prometo ser mais presente por aqui.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Métodos Naturais não podem ser usados com mentalidade contraceptiva

Indicamos muito esse belo artigo do Padre Daniel Pinheiro sobre métodos naturais e a moral católica. Copiamos um breve trecho abaixo, mas faço questão de colocar o link para o artigo completo: 


"(...) O que falar do chamado método natural? O método natural é aquele em que o casal realiza naturalmente o ato conjugal, mas o faz somente nos dias inférteis da mulher. Antes de tudo, é preciso dizer que é perfeitamente lícito o ato conjugal quando a infertilidade é natural, decorrente, por exemplo, do ciclo da mulher ou da idade ou de um problema da natureza. Assim, no período infértil, o ato é lícito, pois nesse caso a infertilidade não decorre da vontade dos cônjuges, mas da própria natureza. Todavia, uma pergunta deve ser feita: é lícito o casal simplesmente reduzir o ato conjugal apenas ao período infértil sem motivo ou sem motivo grave, quer dizer, é lícito o casal praticar os métodos naturais sem motivo sério, grave? A resposta é não. Os métodos naturais só podem ser praticados quando há motivo grave. O Papa Pio XII diz o seguinte: “o contrato matrimonial, que concede aos esposos o direito de satisfazerem a inclinação da natureza, os estabelece em um estado de vida, o estado conjugal. Ora, aos esposos que fazem uso deste estado conjugal, praticando o ato específico do seu dele, a natureza e o Criador impõem a função de prover à conservação do gênero humano. Essa é a prestação característica que faz o valor próprio do estado deles, o bem dos filhos (a procriação). Na ordem estabelecida por Deus, o indivíduo e a sociedade, o povo e o Estado, a própria Igreja, dependem, para a sua existência, do matrimônio fecundo. Em consequência, abraçar o estado de matrimônio, usar constantemente da faculdade que lhe é própria e que só é lícita nos limites do matrimônio, e, por outro lado, se subtrair sempre e deliberadamente, sem grave motivo, ao seu dever principal, seria um pecado contra o próprio sentido da vida conjugal.” Continua o Papa: “Pode-se ser dispensado dessa prestação positiva obrigatória (da fecundidade), mesmo por longo tempo, até mesmo pela duração inteira do matrimônio, por motivos sérios, como os que não são raros de achar no que chamamos de “indicação” médica, eugênica, econômica e social. No entanto, se, de acordo com um juízo razoável e justo, não há semelhantes razões graves, quer pessoais, quer decorrentes das circunstâncias exteriores, a vontade dos esposos de evitar habitualmente a fecundidade da união, embora continuando a satisfazerem plenamente a sua sensualidade, só pode provir de uma falsa apreciação da vida, e de motivos estranhos às regras da são moral.” Está claro pelas palavras do Santo Padre e pela doutrina constante da Igreja que os métodos naturais só podem ser usados com motivo grave. Muitos dizem que a Igreja recomenda os métodos naturais e quase transformam os métodos naturais em oitavo sacramento da Igreja, como se fossem o ideal da vida matrimonial. A Igreja em hipótese alguma recomenda os métodos naturais. Ela permite os métodos naturais quando há motivo sério, grave, o que é bem diferente de recomendar. O ideal da vida matrimonial é fazer o uso normal do matrimônio nos dias fecundos e infecundos. Os métodos naturais não podem, então, ser usados por razões de contracepção ou por uma mentalidade contraceptiva, quer dizer, para evitar os filhos a todo custo ou para reduzir o número de filhos a um número que seja agradável para o casal. Isso vai contra o dever de estado daqueles que estão unidos em matrimônio.

terça-feira, 4 de abril de 2017

A Dignidade da Mulher - Alice Von Hildebrand

Por Alice von Hildebrand

"Eu sei que meninas gostam de segredos, e eu vou compartilhar um com você. Deus escolheu o seu sexo para você; Ele te fez uma menina. Você sabe que hoje feministas dizem frequentemente às garotas que a Igreja é “preconceituosa” e as tem “discriminado” desde o princípio. A Igreja é acusada de tê-las tratado como “inferior”, menos talentosas, com menos dons, criadas para serem servas dos homens; dizem que Ela negou às mulheres poder na Igreja e que as proibiu de receberem a maior honra, a ordenação sacerdotal e assim vai...

Sem dúvida, você tem ouvido este tipo de coisa, porque a mídia é boa para espalhar este tipo de mensagem negativa. E é por isto, para refutar estas falsas alegações, que eu gostaria de fazer você perceber que a mulher – longe de ser discriminada, ao contrário – teve outorgado por Deus um lugar único no trabalho da redenção. A beleza de sua missão já é aludida no Velho Testamento, porém encontra seu cumprimento somente no Novo, que é a doce Mãe de nosso Salvador; em Maria, a Virgem de Nazaré, que foi escolhida desde toda eternidade para ser a Mãe do Redentor.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Trecho sobre o uso de calças - Pe. Bernard Kunkel



''Foi em 1917, em uma reunião da Legião de Maria em Baden (Floresta Negra), Alemanha, que Padre King, da igreja de Minster, falou para as mulheres reunidas a respeito das previsões de Nossa Senhora de Fátima, feitas naquele mesmo ano: 'Determinadas modas serão introduzidas que ofenderão grandemente Nosso Senhor'. Ele havia consultado os desenhistas de moda de Paris, França, com relação às próximas modas para mulheres a serem lançadas. Ele relatou que seriam 'calças'.

Sendo um santo padre e preocupado com o bem espiritual das mulheres no seu grupo da Legião de Maria, pediu-lhes que prometessem nunca usar calças.

Sendo uma mulher que usa roupas masculinas abominável perante Deus, o mero uso da palavra 'abominável' significando odioso, ofensivo, impuro. (...) 

Se uma mulher realmente ama Nossa Abençoada Mãe e Nosso Abençoado Senhor, por que deveria ela prejudicar o 'Triunfo do Imaculado Coração de Nossa Senhora' e ofender grandemente Nosso Senhor por usar 'calças'?'' 

Pe. Bernard. A. Kunkel. ''Marylike Modesty Handbook of the Purity Crusade of Mary Immaculate''. (This book contained in My Life in Prayer Book, Radio Rosary: Pittsburgh, PA.)

Algumas regras do Pe. Bernard Kunkel sobre Modéstia no Vestir

1. Ser Mariano é ser modesto sem concessão, como Maria, Mãe de Cristo.

2. Os trajes Marianos têm mangas que se estendem pelo menos até os cotovelos; e saias abaixo dos joelhos. Padrões Marianos aceitáveis foram revelados em várias revelações privadas desde 1917 em todo o mundo. Um destes padrões é de que o traje ou saia deve ser pelo menos 8 centímetros abaixo do joelho. Nossa Abençoada Mãe foi muito específica em uma destas revelações particulares comentando que quando uma mulher se senta seu vestido ou saia deveria cobrir seus joelhos com os 8 centímetros requeridos. (...)

3. Trajes Marianos requerem cobertura completa para o corpo, tórax, ombros e costas; com exceção de uma abertura para o pescoço não excedendo 5 centímetros abaixo da linha do colarinho na frente e atrás, e 5 centímetros correspondentes nos ombros.

4. Trajes Marianos não admitem como roupas modestas tecidos transparentes, fitas, tecidos de redinha, organdi, nylons, etc, a menos que um forro suficiente seja adicionado. Contudo o seu uso moderado como acessório é aceitável.

5. Vestimentas Marianas evitam o uso impróprio de tecidos 'cor da pele'.

6. Trajes Marianos escondem ao contrário de revelar a silhueta da usuária, não enfatizam, desnecessariamente, partes do corpo.

7. Vestes Marianas proveem cobertura completa, mesmo quando o casaco, capa ou estola for retirada e após tomar uma posição sentada.

Tais regrinhas teve aprovação do Papa Pio XII na época. 

Pe. Bernard. A. Kunkel. ''Marylike Modesty Handbook of the Purity Crusade of Mary Immaculate''. (This book contained in My Life in Prayer Book, Radio Rosary: Pittsburgh, PA.)

São João Bosco e a Pureza

''Reservadíssimo consigo mesmo, não se cansava D. Bosco de inspirar também nos outros o amor à mais bela virtude; fazia-o nas conversas, nos sermões e nas conferências. Quando falava do tesouro inestimável da pureza ou descrevia o brilho de uma alma casta, e as alegrias de que goza bem como os prêmios que Deus lhe preparou no céu e na terra, a sua palavra produzia um tal encanto que os que a escutavam diziam: -- Somente quem é puro e imaculado como os anjos pode falar deste modo.

Parecia ter uma predileção especial pela pureza. Manso como era e fácil em perdoar aos jovens as faltas contra a disciplina, a caridade, a obediência e o respeito devido aos superiores, era contudo rigoroso em punir os que escandalizavam aos companheiros com seu procedimento. Para esses tais, após alguns avisos, se não se emendavam, abria as portas não permitindo fossem causa de ruína aos colegas. Sofria sobremaneira quando lhe contavam ter um aluno sido escandaloso e exclamava: -- Oh! Que desastre!

Costumava chamar aos escandalosos de lobos rapaces. Se chegava a desconfiar que um jovem danificava aos companheiros com algum escândalo, chamava-o a si, avisava-o com as mais vivas expressões de dor e fazia-o vigiar de modo especial.

Com tais desvelos conseguiu corrigir muitos que traziam do mundo algum mau costume, como, por exemplo, certas liberdades no modo de falar.

Não se mostrava rigoroso neste ponto só para com seus filhos mas também para com os estranhos; eis porque não deixava de avisar oportunamente quando se apresentava ocasião.

Indo uma vez visitar um benfeitor viu à parede um quadro menos decente. Enquanto esperava que o atendessem virou-o ao contrário com a frente para a parede. O dono compreendeu o aviso e agradeceu a D. Bosco...

Sofria por qualquer ofensa feita contra Deus mas quando ouvia falar-se de escândalo, deixava transparecer logo a dor que lhe dilacerava o coração. Falando-se um dia de alguns escandalosos, D. Bosco deixou escapar estas palavras: -- Se não fosse pecado, eu os estrangularia com estas mãos!...''

V. Sinistrero. ''Dom Bosco nos guia à Pureza''. Niterói: Escolas Profissionais Salesianas, 1940, pp. 128-130.

A mulher casada deve priorizar o seu lar


''[...] a mulher casada deve dedicar todo o seu tempo, forças e amor, única e exclusivamente à família.



Mesmo sob o ponto de vista econômico, é preferível que a mulher fique no lar. Tudo quanto poderia ganhar com o seu trabalho, fica aquém do que se perde numa casa desordenada. Uma autêntica política social cristã deve ter como exigência fundamental que o trabalhador receba um salário suficiente para permitir que a mulher fique em casa para se ocupar e cuidar dos filhos e do lar.

A vocação da mulher não abrange a sustentação da família, a política ou a ciência. [...] Bem disse Szécheniy: 'Ao homem pertencem a espada e a pena; à mulher, o lar e o berço'. Em tempos e circunstâncias normais, o caminho da mulher é o matrimônio e para ele tende, como que instintivamente, embora ocupe uma cátedra ou trabalhe numa fábrica.''

Cardeal József Mindszenty. ''A mãe''. Coleção Éfeso, Edit. Aster (2ª edição), Lisboa, 1956, pp., 14-15
"Eu quero que todos vocês meus queridos filhos espirituais, combatam com o exemplo, e sem respeito humano uma santa batalha contra a moda indecente. Deus estará com vocês e irá salvá-los." São Pe. Pio de Pietrelcina

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